Logo do Jusbrasil com acesso para a página inicial
Todos
Todos
Artigos e Notícias
Jurisprudência
Diários Oficiais
Modelos
Peças Processuais
Legislação
Consulta Processual
Doutrina
Buscar no Jusbrasil
Cadastre-se
Entrar
Home
Consulta Processual
Jurisprudência
Doutrina
Artigos
Notícias
Diários Oficiais
Peças Processuais
Modelos
Legislação
Diretório de Advogados
Economista
Thiago Marino
0
seguidor
33
seguindo
Seguir
Comentários
(
9
)
Thiago Marino
Comentário ·
há 12 anos
Os EUA, a Rússia, e o atual cenário da política no mundo
Hérico Carricondes de Oliveira
·
há 12 anos
1. O Olavo de Carvalho resolveu dividir o mundo em 3 supernações como estivesse tentando trazer o clássico de George Orwell, 1984, para a realidade. Daqui a pouco ele dirá que as conversas preliminares entre UE e EUA para uma zona de livre comércio é o nascimento da Oceania literária, e que os outras duas supernações vão se tornar a Lestásia e Eurásia.
2.Sobre o "projeto nova-ordem mundial Ocidental"
O tom alarmista do rapaz parece não se ater ao fato que o "Forte Capitalismo Ocidental" tem dinheiro em todo lugar, e não só os "Ocidentais", mas os chineses tem dinheiro no Tesouro Americano, os Americanos tem fortes investimentos na China. Existe uma interdependência TÃO GRANDE, que o Olavo apenas cita brevemente como "zona de cooperação". A verdade é que mesmo países que tem um histórico de guerras recentes e próximos uns dos outros PRECISAM dos recursos um do outro, odiando-se ou não.
A China e a Coreia ainda tem cicatrizes em suas populações da Ocupação Japonesa na Segunda Guerra, isso não torna os dois países menos dependentes do Japão e Vice-versa.
2. Sobre o "projeto nova ordem mundial Russo-Chinesa."
Mesmo que, de fato a China e a Rússia sejam potenciais militares, cujo controle político é dominado e tem muita influência nas decisões do governo, respectivamente, eu diria que esses dois países estão mais interessados em ter um grupo que esteja em pé de igualdade com a OTAN, a.k.a SCO (Shanghai Cooperation Organisation) do que a dominação total, até porque nenhum país do mundo, nem um superbloco, conseguiria controlar militarmente o mundo inteiro.
Motivos:
-Armas Atômicas em países rivais. (EUA, UE, Israel)
-Organizações Militares Rivais. (OTAN)
-Logisticamente Inviável. (Impérios Europeus, por exemplo)
3. Sobre o "projeto nova ordem mundial Islâmica"
O buraco é MUITO mais embaixo que Arábia Saudita x Irã ou Israel x Mundo Islâmico. Pegue a Turquia por exemplo: O islã é ensinado em turco, não em árabe, não existe obrigatoriedade da burca e é um país razoavelmente democrático. Índia e Indonésia tem as populações islâmicas que mais crescem, assim como é a religião que mais cresce no mundo. TODAS as doutrinas religiosas querem crescer e adquirir adeptos, mas sugerir uma guerra pela supremacia religiosa? Por favor.
Resumindo:
-As "três forças da dominação mundial" dependem umas das outras mais que o Olavo gostaria de admitir, a ponto de que a destruição de uma causaria danos irreparáveis para si mesmos.
-Todas as 3 "supostas super nações" tem OS TRÊS tributos, (Poder econômico, militar, religioso) não é uma questão de "cada país tem uma força". O Mundo real não é uma partida de War ou Civilization IV.
-Não haverá mais guerras mundiais como conhecemos quase 80 anos atrás por causa da tecnologia. Não é mais uma questão de número de soldados ou territórios, o atual estágio dos detentores das armas nucleares causaria "invernos nucleares" algumas dezenas de vezes. Logo, um 'super grupo' não tem meios de vencer outros, mesmo que se aliem com o outro, ou seja, mesmo que seja o que eles INTENCIONAM fica por aí. No campo da ambição desvairada.
Pessoalmente:
-Segundo o Olavo de Carvalho, cigarro não causa câncer. Perdoe-me, mas ele é só um cara visivelmente paranoico com a ameaça comunista mundial (Seja lá onde diabos ela esteja, talvez seja o quarto superbloco secreto dos Illuminati) além de carregar processo por golpe financeiro em alunos no Brasil. Suas teorias tem a mesma base que os meus: Empirismo e Silogismo argumentativo, sem nenhum valor acadêmico (Porque nem eu nem ele apresentamos provas, mas no caso dele é mais grave, porque ele foi PUBLICADO) ou matemático (Nenhum de nós usa a Teoria dos Jogos, por exemplo.)
1
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
Thiago Marino
Comentário ·
há 12 anos
O nome da baderna é Dilma
Folha Online
·
há 12 anos
Notícia da Folha sobre o Executivo em um site que trata do Judiciário. Da hora isso aí.
2
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
Thiago Marino
Comentário ·
há 12 anos
Senado aprova cotas para negros em concursos públicos
COAD
·
há 12 anos
@Adalberto e Patrícia.
Eu podia debater a questão com muito silogismo, gritaria, acusações de políticas, dados históricos, etc. Mas vou responder com um só dado para me manter na questão:
"No universo de 54 universidades públicas que nos últimos oito anos adotaram o sistema de cotas no País, em ao menos quatro, distribuídas pelos principais Estados, alunos negros apresentam desempenho próximo, similar ou até melhor em relação aos não-cotistas. Resultados iniciais do aproveitamento de cotistas na Unicamp, Universidade Federal da Bahia (UFBa), Universidade de Brasília (UnB) e Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), derrubam mito de que, graças à ação afirmativa, alunos negros estariam" entrando pela janela "das instituições superiores da rede pública. As notas lhes abriram o caminho da porta da frente."
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.
Logo, o argumento que cotistas são inferiores e que "estamos contratando alguém inferior quando podíamos contratar um superior!" caí. Os outros 80% não-cotistas tem notas superiores aos 20% cotistas.
"Ah, mas se eles tem desempenho similar, próximo ou superior, eles não precisam de cotas! Abaixo as cotas!"
Eles tem desempenho similar, próximo ou superior, porque tem acesso ao MESMO nível de educação que seus colegas não-cotistas tem. Novamente batendo a tecla do abismo entre ensino médio público x particular x público federal (superior aos dois anteriores em números).
Desempenho =/= Ingresso. Ok, senhores? Então sem histeria, por favor. A verdade é que a proporção de pessoas que ingressam nos concursos públicos investem PESADO em material e cursinhos e grande parte da população pobre (75% constituídos de negros e pardos, segundo IBGE) não tem condições de fazer o mesmo investimento para concorrer de igual para igual na disputa de cargos.
1
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
Carregar mais
Recomendações
(
3
)
Rafael de Souza
Comentário ·
há 12 anos
Justiça Federal define que cultos afro-brasileiros, como a umbanda e candomblé, não são religião
DellaCella Souza Advogados
·
há 12 anos
Os cultos afro-brasileiros são sim religiões, e há muito material de estudo para entendê-los. Respeito e já participei de algumas manifestações culturais religiosas afro-brasileiras. Um livro-guia é uma grande vantagem para que não se distorçam as crenças com o passar do tempo. Algumas religiões são verdadeiros organismos vivos, que se misturam as sociedades, a situações econômicas e ao Estado aonde está sujeita a Lei. Quanto a pastores falarem asneiras, não desrespeite a manifestação de fé evangélica em detrimento a afro-brasileira. Asneira, é o seu julgamento meu caro, que não conhece a fé que criticou! Falta tolerância e estudo de ambos os lados. O Brasil já está rachado e nesta birra em especial, temos cultos afro-brasileiros demonizados e cultos evangélicos ridicularizados por IGNORÂNCIA, intolerância e no deu caso PRECONCEITO!
9
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
Caio Ferrer
Comentário ·
há 12 anos
A banalização do instituto do dano moral
Lara Saito
·
há 12 anos
Dra Lara,
Eu respeito a sua opinião, mas não concordo. Acredito que você trabalhe defendendo bancos ou grandes empresas, e se habituou a vestir a camisa dos seus clientes.
A "mão invisível" que equilibra o mercado, como dito nos livros de Adam Smith não existe. As grandes corporações tem muito poder, e os consumidores nenhum.
Aí os bancos cobram bilhões indevidamente e o consumidor hipossuficiente paga tudo em silêncio, e tantas outras modalidades de abusos cometidas a cada dia...
O banco cobra mil taxas que está proibido de cobrar. Dessas mil, sei lá, 5% dos consumidores lesados ingressa em juízo para pleitear a reparação dos danos. E dos que ingressam, alguns tem seus pleitos deferidos.
Nessa dinâmica, as práticas abusivas continuam sendo lucrativas! E o Ministério Público que deveria estar atento a danos difusos e coletivos, 'curiosamente' nunca ou quase nunca bate de frente com essas grandes corporações.
Eu defendo condenações cada vez mais altas por Danos Morais, até que essas práticas deixem de ser um bom negócio e então os gigantes tratem com dignidade e lealdade as pessoas.
15
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
Carlos Alberto Gomes
Comentário ·
há 12 anos
Brasil tem 16 das 50 cidades mais violentas do mundo
Luiz Flávio Gomes
·
há 12 anos
Quanto à violência e ao usado índice de homicídios dolosos por 100.000 habitantes como critério para a sua medição, se deve ter em conta que a validade deste índice como norma comparativa deixa muito a desejar. Só para dar um exemplo: enquanto no Brasil, o uso de um rojão que matou um cinegrafista deu lugar a uma acusação por homicídio doloso -- e, portanto, contabilizada para o índice de homicídios por 100.000 habitantes --, em Portugal a morte de seis estudantes em praxe acadêmica nem deu sequer azo à constituição de arguido (figura jurídica do direito penal português), condição prévia e necessária para que alguém possa vir a ser julgado por qualquer tipo de crime em Portugal. E no caso em apreço, há razões justificadas para se dizer que, se o mesmo episódio se tivesse passado nos dias de hoje no Brasil, o único sobrevivente que nem arguido foi constituído na decorrência destes acontecimentos, nesta altura já estaria denunciado por seis crimes de homicídio doloso. Assim, o uso deste índice para comparar o grau de violência entre diferentes países, onde os critérios são o mais dispares entre si, produz uma visão tendencialmente distorcida da realidade.
Quanto à desigualdade social produzida pelo tipo de sociedade capitalista em que vivemos -- penso que o adjetivo «selvagem» pode não ser o mais adequado, mas isso é questão secundária --, a mesma não é exclusiva do Brasil: é a realidade quotidiana quer nos EUA quer na Europa, nos países intervencionados pela Troika (FMI, CE e BCE) e não só, como por exemplo se pode ver pela notícia de hoje em que o FMI exige o aumento de 50% do preço do gás para os consumidores domésticos. É triste que esta seja a realidade do mundo onde vivemos, mas não é uma realidade exclusiva de ninguém.
4
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
Perfis que segue
(
33
)
Carregando
Seguidores
Carregando
Tópicos de interesse
(
32
)
Carregando
Novo no Jusbrasil?
Ative gratuitamente seu perfil e junte-se a pessoas que querem entender seus direitos e deveres
Criar minha conta
Outros perfis como Thiago
Carregando